Autor: Edison Ramos

Seguidor de Jesus Cristo, idealizador do Projeto Autsy, CEO & Founder , Edison Ramos Sports Management.
O UFC BRASÍLIA VAI ACONTECER DE PORTÕES FECHADO

UFC Brasília será com portões fechados

UFC Brasília será com portões fechados 1

O UFC Brasília, marcado para acontecer no ginásio Nilson Nelson, na capital brasileira no dia 14 de março, estava ameaçado depois que o governador da cidade, Ibaneis Rocha, declarou proibir todas as grandes reuniões após a notícia de um surto de coronavírus na cidade.

Isso resultou na proibição de cultos religiosos, shows, aulas nas escolas, eventos esportivos e qualquer reunião pública ou evento envolvendo mais de 100 pessoas.

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Mas de acordo com o Globo.com, o UFC Brasilia (on ESPN + 28) vai acontecer. A empresa que administra a Arena BSB, disse ao site que o evento ocorrerá conforme planejado, mas sem fãs nas arquibancadas.

O UFC ainda não fez um anúncio oficial sobre o destino do evento deste sábado (14) ou o destino de qualquer uma das próximas edições da organização. No final deste mês, o UFC Ohio (on ESPN 8) está programado para acontecer em Columbus, Ohio, mas houve discussões nesse estado sobre como grandes eventos serão tratados após a disseminação do coronavírus.

Card do UFC Brasília é afetado pelo Coronavírus

O UFC não está sozinho nessa jornada de realizar um evento sem fãs. Outras organizações de MMA já fizeram o mesmo, como no caso do One Fighting Championship. O Bellator pode seguir o mesmo caminho nas suas próximas edições, já que os Estados Unidos é palco principal de seus eventos.

O Midia day dessa quinta-feira (12) foi cancelado, e de acordo com essa logica acreditamos que possa ser cancelada a pesagem ceremonial. As pesagens oficiais de manhã cedo na sexta-feira são as únicas obrigações oficiais dos lutadores.

O evento será liderado pelos pesos leves Kevin Lee (18-5 MMA, 11-5 UFC) e Charles Oliveira (28-8 MMA, 16-8 UFC), tera um duelo entre os médios brasileiros Gilbert Burns (17- 3 MMA, 10-3 UFC) e Demian Maia (28-9 MMA, 22-9 UFC), co-evento.


A programação do UFC Brasilia on ESPN + 28 inclui:
CARD PRINCIPAL (UFC Brasilia, inicio às 21h)

Kevin Oliveira x Charles Oliveira
Demian Maia vs Gilbert Burns
Renato Moicano vs Damir Hadzovic
Nikita Krylov x Johnny Walker
John Makdessi x Francisco Trinaldo

CARTÃO PRELIMINAR (UFC Brasilia: 18h)

Brandon Moreno vs Jussier Formiga
Amanda Ribas vs Randa Markos
Aleksei Kunchenko x Elizeu Zaleski dos Santos
Enrique Barzola vs. Rani Yahya
Mayra Bueno Silva vs Maryna Moroz
Bruno Silva vs David Dvorak
Bea Malecki vs Veronica Macedo

UFC Brasília será com portões fechados 2

Charles Oliveira, o papa bônus!

Charles “Do Bronxs’s” Oliveira está com seis vitória e uma derrota desde que voltou para a categoria peso leve do UFC em abril de 2017.

O tempo médio de luta do Charles Oliveira é de 5:08 no peso leve, é o segundo mais curto na história da divisão, atrás de Manny Gamburyan (4:45).

A sequência de cinco lutas do Charles Oliveira no UFC está empatada com Marlon Vera como a maior sequência ativa da organização.

As 14 vitórias no UFC deixou o brasileiro empatado com Anderson Silva e Vitor Belfort, atrás apenas de Donald Cerrone com 16 triunfos.

As 13 vitórias de finalizações do Charles Oliveira na competição, o tornou o maior finalizador da história do UFC.

Charles tem quatro vitorias por guilhotina no UFC, e esta empatado com Nate Diaz, o brasileiro é um dos dois lutadores da história da organização a conquistar vitórias por finalização com seis técnicas diferentes. Frank Mir também realizou a façanha.

O atleta da equipe Chute Boxe SP recebeu 14 bônus de luta da noite dentro da organização, o quarto maior ganhador da história da empresa, atrás de Cerrone (18), Diaz (15) e Joe Lauzon (15).

Charles Oliveira recebeu oito bônus de “melhor desempenho da Noite”, o maior da história da empresa, é também o único lutador da história do UFC a receber seis bônus de luta em duas divisões diferentes.

Essa matéria é um oferecimento do @studiohonda

Maurício “Shogun’ Rua, do Vale Tudo ao MMA

Mauricio (Shogun) Rua, lenda do MMA, voltará ao octógono no sábado, para enfrentar Paul Craig no co-evento principal do UFC on ESPN + 22.

“Shogun”, embora ainda tenha apenas 37 anos, é essencialmente uma relíquia do esporte atualmente. Ele está entre os últimos de uma geração em dissolução de lutadores que fizeram sua história fora do UFC. O estágio pré-octagon de Mauricio Rua foi no PRIDE Fighting Championships.

O evento Japones PRIDE, que realizou seu evento final em abril de 2007, foi um terreno fértil para algumas das maiores estrelas do esporte antes de ser comprada e teve muito de seus principais talentos transferidos para o UFC. O sucesso do Shogun no PRIDE colocou ele entre os melhores da história da empresa, e ele estará sempre entre os nomes de destaque criados sob a bandeira do PRIDE.

Junto com o  PRIDE varíos lutadores ficaram no caminho para sempre. Shogun, ex-campeão dos meio-pesados ​​do UFC, é um dos poucos ainda lutando no UFC, e ele tem tanto ou mais sucesso do que qualquer um de seus colegas, com cinco vitórias nas últimas seis participações em octógonos.

Estes são os veteranos do PRIDE que ainda fazem parte da lista do UFC, e onde estão hoje:

Nick Diaz (registro no PRIDE: 0-0 com um no contest): Diaz lutou apenas uma vez no PRIDE, contra Takanori Gomi no segundo evento da promoção nos EUA em fevereiro de 2007. Sua vitória na finalização aplicando um gogoplata foi anulada para um no contest. porque ele falhou em um teste pós-luta para a maconha. Faz quase quatro anos que Diaz lutou, recentemente ele pediu por uma luta contra Jorge Masvidal para vingar o irmao dele.

Robbie Lawler (registro no PRIDE: 1-0): Como Diaz, Lawler fez apenas uma aparição no PRIDE, mas foi memorável. Ele marcou um nocaute de 22 segundos no joelho voador em Joey Villaseñor no PRIDE 32 em outubro de 2006, antes de participar de várias eventos pelos próximos anos até retornar ao UFC, onde se tornaria campeão dos meio-médios. No entanto, “Ruthless” está atualmente com três derrotas consecutivas e aguarda sua próxima luta em 2020.

Rogério “Minotouro” Nogueira (registro do PRIDE: 8-2): Embora ele nunca tenha se tornou campeão no PRIDE, como seu irmão, Rodrigo “Minotauro’ Nogueira, teve muitos momentos notáveis ​​no PRIDE, incluindo a “Luta do ano” de 2005 contra Mauricio “Shogun” Rua. Monotouto está no UFC há uma década e, aos 43 anos, perdeu quatro das últimos seis. Ele disse que planeja lutar mais uma vez em 2020 antes de se aposentar do MMA.

Alistair Overeem (registro no PRIDE: 7-7): Overeem foi um dos pilares do PRIDE em meados dos anos 2000, ganhando dos maiores nomes que tinha no Pride na époco. Foi só depois que o PRIDE foi vendido que Overeem voltou ao peso pesado e mudou sua trajetória de carreira. Ele fez uma corrida que finalmente o levou ao UFC, onde já lutou uma vez pelo título. Ele está tentando ser campeão de novo, ele tem uma grande oportunidade, fará a luta principal no UFC ESPN 7 contra Jair Rozenstruik em 7 de dezembro.

Mauricio Rua (registro no PRIDE: 12-1): A passagem de Shogun pelo PRIDE foi uma coisa mágica. Tornou ele um dos maiores lutadores da história do MMA, em 13 lutas dentro da organização, seu dia mal aconteceu quando ele deslocou o braço aos 49 segundos na luta com Mark Coleman. “Shogun” Foi para o UFC, onde reivindicaria o cinturão meio pesado. Lesões atrasaram o caminho para chegar em seu objetivo, mas ele ainda venceu muitas lutas e fará  a luta co-principal contra Craig no UFC São Paulo.

Anderson Silva (registro no PRIDE: 3-2): “The Spider” ficou menos de três anos no PRIDE, sua alta no evento foi o nocaute com o joelho contra Carlos Newton, e a baixa  foi a derrota para Ryo Chonan. Ele chegou ao UFC alguns anos depois e se tornou o maior vencedor da história da empresa em 16 lutas.  Anderson Silva agora tem 44 anos e conquistou apenas uma vitória nas últimas oito lutas.

Fabricio Werdum (registro no PRIDE: 4-2): A trajetória de Werdum no PRIDE foi relativamente curta. Ele lutou seis vezes ao longo de 17 meses, mas ainda era muito jovem em sua carreira no MMA. Mais de oito anos se passaram antes que o brasileiro se tornasse campeão dos pesos pesados ​​do UFC, e já faz mais de três anos desde que ele perdeu o posto. O Werdum agora tem 42 anos e está no meio de uma suspensão da USADA que vai até maio de 2020.

Essa matéria é um oferecimento da www.brasilvita.com.br

UFC 229: Khabib Nurmagomedov finalizou Conor McGregor

Khabib Nurmagomedov vai ganhar R$ 24 milhões na luta principal do UFC 242?

Parece que o campeão dos leves do UFC Khabib Nurmagomedov já é um grande vencedor antes de entrar no octagon no UFC 242 no sábado.

De acordo com seu pai e treinador Abdulmanap Nurmagomedov, “The Eagle” ganhará o maior salario da sua carreira quando ele tentar unificar o título leve do UFC contra o campeão interino Dustin Poirier em Abu Dhabi. Nurmagomedov (27-0 MMA, 13-0 UFC) deve ganhar pelo menos R$ 24 Milhões de reais, três vezes mais do que ele ganhou em sua luta com Conor McGregor no UFC 229 em outubro de 2018, disse seu pai.

Em entrevista à agência de notícias russa TASS, o pai de Khabib, Abdulmanap, disse que ganhará um grande prêmio: “Ganharemos de 3 a 3,5 (vezes) mais”.

Além dos sucessos esportivos de Nurmagomedov dentro da gaiola, Abdulmanap diz que a crescente popularidade de seu filho tem sido uma força motriz por trás das negociações que parecem destinadas a vê-lo ganhar mais de R$ 24 milhões.

“Não estamos lutando por uma pequena mudança – sabemos o que valemos”, continuou ele. “Não é suficiente para nós, porque somos os melhores agora. Vencemos o melhor e estamos prontos para lutar contra o melhor. Somos populares – sabemos disso. Quando entrarmos na arena, você verá a reação a nós e a Poirier.

Nurmagomedov conquistou o título leve do UFC em sua décima luta no UFC, depois de chegar à promoção como uma perspectiva invicta. Sua vitória no título sobre o Al Iaquinta no UFC 223 o levou ao topo da divisão de 155 libras do UFC, depois que Conor McGregor foi retirado do título.

Sua rancorosa vitória sobre McGregor no UFC 229 no ano passado o fez disparar para o estrelato ao consolidar sua posição como o melhor lutador leve do mundo. E agora, antes de sua batalha de unificação com o campeão interino Poirier (25-5 MMA, 17-4 UFC), parece que ele levará para casa um pagamento digno de seu status também.

‘NASCIDOS PARA O COMBATE’ Estreia hoje a Terceira Temporada

‘Nascidos para o Combate’ estreia terceira temporada Hoje

Produção da Mixer Films em parceria com o Combate e o UFC® traz Cris Cyborg, Rafael dos Anjos, Jessica Andrade e Fabrício Werdum como novos protagonistas

O retrato da vida pessoal e profissional dos maiores atletas de MMA do país volta à grade do Combate no próximo dia 11 de fevereiro, às 20h, com a estreia da terceira temporada de “Nascidos para o Combate”. Produzido pela Mixer Films em parceria com o Combate e o UFC®, os novos episódios trazem como personagens principais outros quatro grandes lutadores brasileiros: Rafael dos Anjos, Cris Cyborg, Fabrício Werdum e Jessica Andrade.

 Dividido em quatro episódios semanais, de 50 minutos cada, o programa segue acompanhando detalhes da trajetória desses atletas, pontuando momentos importantes que viveram ao lado da família e dos amigos, bem como os obstáculos, as vitórias e o árduo treinamento que os levaram a construir suas histórias de sucesso. José Aldo, Ronaldo Jacaré, Renan Barão, Maurício Shogun, Demian Maia, Claudia Gadelha e Edson Barboza estrelaram as duas temporadas passadas.

 “A série, que é produzida por uma equipe especializada e acostumada ao mundo da luta, é uma oportunidade para um mergulho na vida dos atletas. Longe da promoção das lutas, onde eles têm de se mostrar muito fortes, contamos suas histórias pessoais e os enxergamos como pessoas reais, como muitos de nós, lutadores que enfrentam todo o tipo de dificuldade desde o começo da vida”, explica o diretor Nik Fonseca.

 Cyborg marcou seu nome na história do MMA ao destronar a musa Gina Carano e conquistar o cinturão do Strikeforce em 2009. No episódio sobre sua vida, ela, que é considerada por muitos a melhor lutadora de MMA de todos os tempos, relembra o início de sua trajetória, em Curitiba (PR), onde se destacou logo cedo no mundo do esporte, especialmente no handball, modalidade que praticou até descobrir sua paixão pela luta. A lutadora, que chegou a ficar invicta por mais de uma década, reflete sobre sua carreira, incluindo momentos difíceis, mas também suas maiores vitórias, entre elas as defesas de cinturão no Invicta FC e a estreia no UFC, onde consagrou-se campeã peso-pena.

 “Eu sou determinada, sempre fui. Eu gosto de entrar para a luta sabendo que dei o meu máximo. Eu quero mostrar que a mulher pode ter técnica, que a mulher pode nocautear. Eu acho que mulher quando luta é ainda mais briguenta. É só acreditar, ter disciplina e dar o seu melhor”, revela Cyborg na série.

 Rafael dos Anjos se encantou pelo jiu-jitsu logo cedo. Em seu episódio, o ex-campeão peso-leve do UFC relembra os tempos em que driblava os olhares protetores de sua avó para brincar nas ruas de Niterói, no Rio de Janeiro. Depois de uma temporada em Belo Horizonte na adolescência, voltou ao Rio, se esquivou de dificuldades financeiras e venceu em diversos eventos até entrar para o UFC em 2008. Já na organização, o atleta lembra como superou a pressão de duas derrotas iniciais e, mais tarde, uma grave lesão no maxilar antes de começar uma escalada de vitórias. Hoje na categoria dos meio-médios, Rafael dos Anjos tem se firmado como um dos grandes nomes da divisão.

 Conhecida no mundo da luta pelo seu espírito guerreiro e pelo apelido “Bate Estaca”, Jessica Andrade é um dos grandes novos talentos do MMA feminino. Aos 19 anos, a atleta fez sua primeira aula de judô e, em menos de quatro anos, já estava no UFC. Para o programa, ela relembra sua meteórica carreira e destaca suas grandes vitórias e aprendizados na vida, desde os tempos em que trabalhava na roça no interior do Paraná.

“Para você ser campeão você precisa ter força de vontade, determinação e querer ser melhor todos os dias. Você tem que deixar um legado para as pessoas virarem para você e falarem: ‘aquela menina fez história’”, declara no episódio.

 Fabricio Werdum, campeão brasileiro, europeu e mundial de jiu-jitsu completa o time de protagonistas desta terceira temporada. Apelidado de “Vai Cavalo” quando jogava futebol nas praças de Porto Alegre, Werdum acumula vitórias históricas ao longo de sua trajetória no Pride, Strikeforce e no UFC como campeão na categoria peso-pesado. Ao “Nascidos para o Combate”, Werdum mostra sua trajetória fascinante e seu empenho para reconquistar o mais disputado cinturão do mundo do MMA.

 Hoje 11 de Fevereiro ás 20h no Complexo Lagoon, Rio de Janeiro será o lançamento da terceira temporada da série “Nascidos para o Combate”.

As atletas do UFC Cris Cyborg e Jessica Andrade estarão juntas conosco. Durante o evento, serão exibidos dois episódios do documentário, que estreia no próprio dia 11, no Combate. Além das atletas, porta-vozes da produtora e dos parceiros também estarão presentes.

Créditos: Mixer Films/UFC/Combate

'NASCIDOS PARA O COMBATE' Estreia hoje a Terceira Temporada 3
Créditos foto: Mixer Films/UFC/Combate
'NASCIDOS PARA O COMBATE' Estreia hoje a Terceira Temporada 4
Creditos foto: Mixer Films/UFC/Combate
'NASCIDOS PARA O COMBATE' Estreia hoje a Terceira Temporada 5
Creditos foto: Mixer Films/UFC/Combate
'NASCIDOS PARA O COMBATE' Estreia hoje a Terceira Temporada 6
Creditos Foto: Mixer Fims, UFC/combate
série Mulheres na Luta

Série ‘Mulheres na Luta’ traz um bate papo sobre os desafios feminino no MMA

Série 'Mulheres na Luta' traz um bate papo sobre os desafios feminino no MMA 7

Essa matéria é um oferecimento de: Tatoo Alter Ego, apoiador oficial do portal Tudo Sobre MMA. Contato: Instagram e Whatsapp- (11) 95133-8140

Na noite dessa segunda-feira (26), aconteceu em São Paulo o lançamento da série “Mulheres na Luta”. Houve a exibição do primeiro episódio da produção, além disso aconteceu um bate-papo sobre os desafios que a mulher encontra no esporte e na vida.

Coproduzida por UFC, Combate e Conspiração, a série de oito episódios estreia dia 2 de dezembro, às 23h. A partir da história pessoal e profissional de nove atletas brasileiras, relata o processo de introdução das mulheres no MMA, e como suas batalhas se iniciam muito antes da entrada em um, tatame, ringue e octógono. O primeiro episódio mostra a entrada feminina no UFC, com a atleta Olímpica do judô Ronda Rousey conquistando seu espaço na organização e abrindo as portas para uma categoria feminina dentro do UFC.

Para Flavio Barone, que é o diretor da série, o processo de produção teve toda uma ótica feminina, e ele divide a inspiração.

— A primeira coisa que veio à cabeça para filmar foi procurar um tom que fugisse do modelo já apresentado, mais masculino, e não seria possível se não estivesse cercado por mulheres. Montamos uma equipe de mulheres muito talentosas, uma gama de mulheres produtoras, roteiristas. Para mim foi uma honra ter feito essa série, foi inspirador – declarou o diretor.

“Mulheres na Luta” tem a participação das brasileiras Cris Cyborg, Ketlen Vieira, Jessica Andrade, Bethe Correia, Poliana Botelho, Priscila Pedrita, Ana Maria Índia, Érica Paes e Viviane Sucuri.

Maria Liguiori, diretora da ONG Think Olga, mediou um bate papo com a participação da lutadora Jessica Andrade “Bate Estaca” e da bailarina Camila Ribeiro. Jessica “Bate-Estaca” Andrade, lutadora peso-palha do UFC, assumiu que no início da carreira, foi bastante difícil encontrar alguém que a inspirasse, mas que ela decidiu arriscar.

— Eu optei por um esporte até então desconhecido. Até começar a ouvir falar da Cris Cyborg sua maior inspiração, e da Ronda Rousey, que abriram as portas para nós mulheres. Hoje são quatro categorias femininas dentro do UFC, é incrível”. Ela também reconhece a responsabilidade de ser inspiração para outras mulheres: “a partir do momento que você vira inspiração para as pessoas, a sensação é diferente. Hoje eu vejo meninas da academia que se inspiram em mim. Hoje são 18 atletas da minha academia disputando e conquistando títulos que eu conquistei lá atrás. É muito legal ver esse avanço”. – contou a lutadora da Paraná Vale Tudo.

A Conspiração enviou para a Tudo Sobre MMA as sinopses de todos os oito episódios da série “Mulheres na Luta”

Confira a sinopse dos episódios da série “Mulheres na Luta” que, a partir de dezembro, irão ao ar, também, no canal GNT:

EP 01 – LUTE COMO UMA MULHER
Em 2011, Dana White declarou que nunca veríamos mulheres no evento. No entanto, em menos de dois anos, a atleta olímpica Ronda Rousey conquistou seu espaço na organização e abriu as portas para as mulheres de uma vez por todas. No entanto, o desafio feminino segue sendo ainda maior.

EP 02 – DAMA DE FERRO
Viviane “Sucuri” Pereira transformou os obstáculos em motor para realizar seu sonho. Após ganhar quatro cinturões em organizações menores, ela realizou o sonho de lutar pelo UFC. Apesar das notáveis conquistas, sua trajetória foi bastante árdua: começou a lutar em um projeto social e conheceu a dura realidade de muitos atletas no Brasil.

EP 03 – NOITE DE FADAS
Antes do MMA feminino explodir no UFC, as mulheres já vinham desbravando caminhos no esporte. Érica Paes, Ana Maria Índia e Cris Cyborg são três veteranas da geração de lutadoras brasileiras. No entanto, entre elas, apenas Cyborg chegou ao topo – uma conquista sofrida, que levou mais de uma década para se concretizar. Cada qual com seus obstáculos, elas eram quase sempre as únicas entre um mar de homens. Mas, com suor, garra e coragem, carimbaram seus nomes no esporte e seguem fazendo história na luta.

EP 04 – GAROTAS DO RINGUE
Ketlen Vieira e Poliana Botelho, colegas na academia Nova União, deixaram suas famílias para viver no Rio de Janeiro e seguir o sonho de serem campeãs mundiais de MMA. Ketlen teve dificuldades para se adaptar à intensidade dos treinos e ao corte de peso, mas conseguiu entrar para o ranking das melhores lutadoras de sua categoria. Poliana, por sua vez, sofreu duas lesões durante os treinos que adiaram sua estreia no UFC por quase dois anos. Mas a espera valeu, e ela saiu vitoriosa de sua primeira luta pela organização.

EP 05 – MULHER FATAL
Quando Bethe “Pitbull” Correia descobriu sua paixão pela luta, deixou o casamento, a profissão e enfrentou a família para seguir carreira no esporte. Apesar das dificuldades, conseguiu a prova que precisava para confirmar o seu destino como lutadora: um contrato no UFC. Bethe logo conquistou três vitórias na organização, mas foram as polêmicas e a rivalidade que levaram seu nome para o cenário. Competitiva e afiada, Bethe provocou Ronda Rousey e a batalha entre elas, que começou antes do confronto, apresentou Bethe para o mundo.

EP 06 – BASE FORTE
Jéssica “Bate-Estaca” Andrade, a primeira brasileira a pisar no octógono do UFC, está entre as melhores da sua categoria. A simplicidade do sítio onde nasceu, no interior do Paraná, contrasta com o glamour do UFC e se estende ao longo de seu difícil percurso na luta. Ela precisou deixar a família para viver em Niterói, no Rio de Janeiro, um passo decisivo para ingressar na maior organização de MMA do mundo. A saudade de casa ainda aperta, mas os amigos que fez na sua academia se transformaram em uma segunda família.

EP 07 – O CAMINHO DA GUERREIRA
Dentro do octógono, Priscila “Pedrita” Cachoeira liberta os demônios do seu passado e se transforma. Priscila foi usuária de drogas durante oito anos, mas, com a apoio da sua mãe e de seu mestre, ela conseguiu trocar o vício pela luta em um longo e difícil processo de recuperação. No meio do caminho, ainda teve uma gravidez inesperada. Hoje, sua luta é diária como mãe, atleta e ex-usuária de drogas.

EP 08 – PROFISSÃO LUTADORA
Depois de Ronda Rousey, fenômeno do MMA feminino, as atletas do UFC conseguiram dar os próprios passos para manter a divisão em crescimento. Cada vez mais surgem nomes que prometem fazer história no esporte, como Maria Oliveira, integrante da maior equipe feminina de MMA do Brasil. O objetivo de todas é o mesmo: entrar para o UFC. Contudo, por mais que o MMA feminino seja uma das modalidades esportivas que mais dá espaço para as mulheres, o cenário ainda é desigual para elas. Afinal, qual será o futuro da divisão?

Foto: Divulgação/UFC

Renzo Gracie e Robson Gracie Jr

Exclusiva: Robson Gracie Jr, recém contratado do Bellator, revela divisão para sua estreia

O lutador recém contratado do Bellator Robson Gracie Jr, falou com exclusividade para a Tudo Sobre MMA sobre sua carreira. O irmão de Renzo Gracie detalhou como se deu a negociação com a organização e, falou também sobre sua migração para o MMA.

Sobre seus primeiros passos no MMA, o atleta contou que está se preparando há meses para isso. Robson Jr disse que já teve contato anterior com a mistura das artes, mas seu foco foi no último semestre.

  • Venho me preparando a 6 meses para lutar, deixei até um pouco o Kimono de lado e tenho treinado mais a parte em pé também. Antes ja treinava a parte em pé e até cheguei a fazer alguns sparrings, mas de 6 meses pra cá ficou mais intenso. – Disse o Gracie.

Robson Gracie Jr já havia falando com outros veículos, mas foi para o nosso portal que revelou em primeira mão a sua divisão. O novo contratado do Bellator contou que lutará no peso médio, divisão que vai até 77 kg. – revelou o lutador.

  • Vou lutar na categoria Meio Médio até 77kg, apesar de ser alto 1,92 não sou muito pesado, então essa vai ser a categoria que escolhemos.
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Uma negociação dessas não vem do dia para a noite. Quando questionado há quanto tempo você vinha conversando com o Bellator, Robson Gracie Jr não  se esquivou. Além disso,  contou como se sente podendo estrear em um evento dessa magnitude.

  • O primeiro contato com o pessoal do Bellator foi em Abril quando fui acompanhar o Neiman em sua luta. Mas o convite mesmo só veio em Julho e eu não tive como recusar, pois já tinha a vontade de lutar no MMA, ainda mais em um evento como esse. Fico bem feliz em trabalhar com eles, esse evento que não para de crescer.

As expectativas de Robson Gracie Jr são as melhores. O Ralek Gracie, filho no Rorion lutou contra o Sakuraba e mostrou o melhor do Jiu Jitsu Gracie, porém não deu continuidade em uma possível promissora carreira. Mas tudo indica que com ele será diferente, tendo em vista seu desejo de permanecer no esporte.

  • Sempre tive a vontade de entrar no cage mas só agora está tudo encaminhado para seguir lutando, espero fazer muitas lutas e ter uma boa carreira. – Disse Robson Jr.

Indagado sobre quem preferia enfrentar, casa tivesse carta branca do Bellator, Robson Gracie Jr não tem nenhuma nome. Para ele, o ideal é começar com calma para futuramente enfrentar os melhores da organização.

  • Agora a única coisa que penso e ir com calma e passo a passo. Não tenho ninguém em mente, mas futuramente gostaria de enfrentar os melhores. – Explicou o lutador.

Na dinastia do Hélio e Carlos Gracie, existem muitos nomes importantes na historia do vale tudo. Robson Gracei Jr comentou com quem se assemelha o seu jogo e falou do peso de carregar esse sobrenome.

  • Me espelho muito no Renzo, mas na família não faltam exemplos. Gosto muito do Rodrigo, Neiman, Gregor e Ralph. Levar o nome da família não é tarefa fácil, existem muitas cobranças. Mas eu espero enfrentar isso da melhor maneira possível que é seguindo o exemplo daqueles que lutaram antes de mim.

Sobre qual seria sua principal estratégia, não houve surpresa na resposta. Além disso, a sua data de estreia no Bellator, ainda segue como uma incógnita, mas a previsão é que aconteça e, outubro.

  • Apesar de estar treinando bastante a parte em pé o jiu-jitsu sempre vai ser a opção número 1 do meu jogo. Provavel que seja em outubro, estamos apenas esperando confirmar o oponente, esse é o único empecilho. – Declarou Robson Gracie Jr.

Robson Jr, finalizou a entrevista para a Tudo sobre MMA com agradecimentos. Além de cumprimentar os fãs do MMA brasileiro, o Gracie prometeu dar o seu melhor no cage.

  • Gostaria de agradecer desde já a aqueles que torcem pelos lutadores brasileiros e prometo dar o meu melhor. – Finalizou.
Markus Perez / Markus Maluko

Exclusiva: Markus Perez fala sobre sua luta e revela desejo de enfrentar Anderson Silva

O brasileiro Markus Perez, conhecido também como Markus ‘Maluko’ luta hoje (25). Sua participação no UFC Lincoln em Nebrasca, nos Estados Unidos, foi mais uma vez em cima da hora. Faltando apenas três semanas para o evento, Markus Perez foi convocado pelo UFC e, prontamente atendeu o chamando para enfrentar Andrew Sanchez.

UFC Lincoln também contará com a participação de outros brasileiros, como:  Rani Yahya, Kalindra Faria, Iuri ‘Marajó’ Alcântara e Warley Alves.

Markus Perez falou com exclusividade para o portal Tudo Sobre MMA a respeito desse combate. Além disso, falou sobre sua carreira, projeção futura dentro do UFC e revelou o desejo de enfrentar seu ídolo Anderson Silva.

Carreira de Markus Perez

Atualmente com 28 anos de idade, o Markus ‘Maluko’ Perez, quer a sua décima primeira vitória. Atleta da Viscardi Andrade Team, como lutador profissional de MMA, tem 11 lutas. Dessas batalhas, o ‘Maluko’ perdeu apenas uma e saiu com o braço erguido em outras dez ocasiões.

No UFC são dois combates até agora, hoje (25) fará o terceiro. Até o momento de fechar a matéria, Markus ‘Maluko’ Perez havia uma derrota e uma vitória. Sendo sua derrota na estreia e a recuperação na luta seguinte.

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Confira na integra a entrevista com Markus Perez.

1- Markus Perez, como está a preparação para sua próxima luta, deu tempo de estudar bem seu adversário Andrew Sanches, e qual é a estratégia para essa luta?

— Fui chamado de novo para essa luta, com três semanas de antecedência. Então, esse não é o tempo ideal para se estudar um adversário, mas um lutador de verdade não tem essa de tampo para estudar. O mesmo tempo que eu tive para estudar meu adversário, ele teve para me estudar também. Ele já vinha se preparando para luta há um tempo, mas eu sou um cara que nunca fico parado, então só dei continuidade. Ele é um cara duro, troca bem, sabe colocar para baixo, porém não tem muito jiu-jitsu, resumindo, esse é o trabalho dele.

2- Como você encara em ser chamado pelo UFC para uma luta encima da hora mais uma vez, você pede isso ou a organização já sabe que pode contar com você para o que der e vier?

— Eu falei para meu empresário repassar isso para eles. Eu sou um lutador e lutador tem que lutar, não tem que ficar colocando ‘picuinha’ e coisa no meio do caminho. Se tiver uma luta amanhã… se eu conseguir bater o peso eu vou e luto, entendeu ? A questão é só peso e exames para entregar, mas preparado para lutar, eu estou sempre. O pessoal do UFC está bem avisado sobre isso (pegar qualquer luta, mesmo que na véspera).

3- Aceitar essas lutas muito encima da hora não pode ser prejudicial para seu crescimento dentro da organização? Digo isso porque você vem tendo pouco tempo para se preparar para as lutas.

— Eu vejo muito lutador lá crescendo pelo fato de escolher lutas. O lutador e a equipe escolhem lutas boas, em épocas boas, com vários meses para se preparar. Tem vários ‘caras’ lá na minha categoria que cresceu, ta lá em cima, mas assim … a carreira inteira dele foi feita. As suas lutas são as mais ‘mamatas’ possíveis. Como já falei, meu foco não é chegar lá e pegar cinturão. Pegar o cinturão é uma coisa, agora você ser o melhor do mundo na categoria é outra. Tem ‘cara’ que só consegue pegar o cinturão enfrentando lutadores ‘meia-boca’, ou lutou com caras bons que não estavam indo muito bem …Então isso não quer dizer nada.

Agora você pega ‘cara’ bom, que não recusa luta em cima da hora, está sempre treinando, que é guerreiro. É como comparar os lutadores com a época dos gladiadores, você acha que eles escolhiam batalhas ? escolhiam o tempo de preparação ? A gente (lutadores), somos os gladiadores do milênio.

4- Markus Perez, você estreou na dia 9 de dezembro no UFC Fight Night em Fresno (EUA), como você se projeta no UFC nos próximos 5 anos?

— Eu me projeto no UFC, tendo feito bastantes lutas. E se Deus quiser, com o cinturão. O ideal seria fazer pelo menos entre quatro a cinco lutas. Então, com essa quantidade de lutas, já da pra pegar o cinturão.

5- Se UFC, desse carta branca para você escolher um adversário, quem você gostaria de lutar?

— Um ‘cara’ que eu gostaria muito de lutar, por respeito a ele, um sonho da minha vida, seria enfrentar o Anderson Silva. Isso seria demais para mim. O Anderson é um ídolo para mim, ele é um dos melhores do MMA de todos os tempos. Mas tem uns caras na mina categoria que eu gostaria de enfiar a mão na cara par bater mesmo, só por não gostar. Mas não vou citar nomes, até porque ainda não sou ninguém na divisão.

6- Você tem o habito de fazer encaradas diferentes, tem alguma coisa preparado para o próximo UFC? Revele para seus fãs.

— Bom, a gente precisa entender que o UFC não é apenas um evento de lutas, mas um evento de show também. A galera quer ver show, ninguém gosta de lutador que faz o ‘feijão com arroz’, amarra luta para levar por pontos. Todo mundo que ver golpe espetacular, provocação, lutador saindo na mão mesmo. Na encarada não é diferente, ninguém quer ver uma encarada normal, sempre querem um ‘showzinho’. É obvio que também temos que respeitar nossos adversários mas sempre da para fazer alguma coisinha engraçada, uma coisa a mais. Para essa próxima luta eu não tenho nada em mente, o que geralmente acontece é de na hora dar vontade de fazer alguma coisa e eu faço.

7- Deixe um recado para seus fãs e amantes do MMA.

— Primeiramente quero agradecer ao pessoal do portal Tudo Sobre MMA e em especial o Edison Ramos (jornalista do portal), que é um amigo particular. Um abraço para todo  mundo, para meus fãs, aos que sempre torcem por mim e até para os que não torcem. Conto com vocês no dia 25, orando por mim, que vou trazer mais essa vitórias para vocês. E pode esperar que var vir maluquices.

Foto: Phil Lambert, LFA